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| NIVALDO ORNELAS |
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| ANDRÉ DEQUECH |
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Os Músicos
| Nivaldo Ornelas |
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sax tenor / soprano |
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| André Dequech |
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piano / teclados |
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| Participações
Especiais
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| Esdra Ferreira |
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bateria |
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| Sérgio Silva |
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percussão (faixa 5) |
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| Nivaldo Ornelas |
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piano (faixa 11) |
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| Marcelo Mariano |
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baixo (faixa 11) |
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| Claudio Infante |
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bateria (faixa 11) |
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| Cléber Alves |
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sax tenor / soprano(faixa 11) |
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| Ficha Técnica
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| Direção artística |
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Nivaldo Ornelas |
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| Produção-executiva |
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Alcina Meireles |
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| Co-produção |
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Eva Ornelas
Melissa Ornelas |
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| Capa |
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Mayo Ângelo
Ornelas |
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| Colaboração capa |
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Marcelo Santos
/ Reinaldo Pires e Raphael Benfica |
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| Textos em inglês |
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Jussara Lazzarotti |
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| Revisão de textos |
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Luciano Ornelas |
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| Gravado nos estúdios |
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Bemol por Dirceu
Cheib em abril/1988 |
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| Recuperação do
trabalho e masterização |
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Estúdio
Manhattan (Rodrigo) |
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| Masterização final |
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Combo Music -
Cláudio Guimarães |
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Viagem em direção ao oco do toco
é o resultado de um trabalho que começou há muito tempo,
no início da minha carreira. Muito mais que musical, é
um trabalho conceitual. É como um pintor, que não pinta
paisagens, mas o seu próprio interior, o momento em que
está vivendo. No nosso caso, eu e André fizemos música
como se estivéssemos conversando - nada prévio, nada ensaiado,
improviso puro. Eu, particularmente, acredito que os músicos
em geral, num futuro muito próximo, vão retomar este caminho.
Como disse, no início da carreira eu e meus amigos já
tentávamos fazer este tipo de som. É claro que tecnicamente
não era muito bom, mas o conceito era! O Quarteto Contemporâneo
não gravou nenhum disco, mas lançou sementes que deram
muitos frutos. No meu caso específico, ele me levou direto
ao grupo do Hermeto Pascoal (Montreux/1979) e, em seguida,
à Academia de Danças de Egberto Gismonti. Ambos procuravam
esta forma de tocar e acabaram encontrando com muito sucesso.
André Dequech é descendente direto de uma linha
de pianistas mineiros com uma harmonia muito sofisticada.
Esta geração começou com o Jairo Moura, pianista do Quarteto
Contemporâneo, e influenciou a todos nós. André tem o
toque refinado, a concepção e a audácia dos artistas inovadores.
André não quer ser, ele é! Nosso trabalho começou nos
anos 80 e se solidificou nos tempos em que abríamos os
concertos do Toninho Horta, onde, aliás, ele é o pianista
titular. Bom, é isso aí! Espero que gostem do nosso trabalho.
Nivaldo Ornelas |
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